Agronegócio abre portas em Mato Grosso

09/07/2014 - Atualizado em 09/07/2014 10:20


Mato Grosso é o estado que mais exporta grãos do Brasil. Ninguém produz e exporta mais soja, milho e algodão que o agronegócio mato-grossense. Segundo dados da Conab, em 2012, a safra 2011/2012 do estado foi de quase 31 milhões, superando a soma da safra produzida em 20 estados brasileiros, contabilizando todos os estados das regiões norte, nordeste, sudeste e o estado do Mato Grosso de Sul.

Parte desse sucesso vem de incentivos do governo estadual do Mato Grosso ao agronegócio, carro-chefe da economia mato-grossense. A pedido da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) elaborou o Programa Parceria Rural, projeto do governo que visa qualificar os trabalhadores para atuarem no agronegócio, mecanizado e moderno.

O programa já beneficiou mais de 4.700 pessoas em Mato Grosso, devendo alcançar mais mil em 2014. A parceria cobre todo o estado, e em Campo Verde ele fez a diferença na vida do casal Wellington Menino da Silva e Glécia Nogueira Pinto.

Wellintgon veio de Goiás quando tinha somente dois anos, sempre trabalhou na fazenda, específicamente na cultura do algodão. Wellington sempre manteve-se atentou às oportunidades que surgiam, e assim foi crescendo profissionalmente, a grande diferença em sua vida veio quando descobriu a Parceria Rural. Hoje, Wellington é gerente de algodoeira na fazenda Marabá, em Campo Verde, mas para chegar la contou com o programa para escalar as etapas dentro da fazenda, “fui trabalhar na cultura do algodão, sempre visando oportunidades. Passei pelo setor de oficina, almoxarifado, até que cheguei no setor de gerenciamento de algodão”, afirma Wellington. Ele reconhece que comparando o momento atual do agronegócio com o cenário que presenciou quando chegou à fazenda em 1998, a situação evolui muito, “ a condição na época era bem fraca, tendo em vista o que é hoje”.

Agronegócio oferecendo qualidade de vida

Wellingotn é categórico, “tudo de melhor que temos hoje, o agronegócio que proporcionou a nós. Um bom emprego, uma boa moradia, uma boa qualidade de vida para nossos filhos e pra nós”.

Sua esposa,  Glécia reconhece o impacto do agronegócio na vida de sua família. “A fazenda proporcionou um crescimento muito grande. Os meus filhos tem uma oportunidade imensa, o colégio é qualificado, nos temos internet. Quero que seja assim por muito tempo, e que sempre estejamos buscando mais e sermos melhores do que somos hoje”, afirma a mato-grossense.

 

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