Arena Pantanal é a mais sustentável

09/06/2014 - Atualizado em 20/06/2014 9:24

Projeto da Arena Pantanal focou em economia de energia e água

Mato Grosso é um estado verde, e assim é a Arena Pantanal, a mais sustentável das arenas da Copa do Mundo do Brasil. Seu projeto funcional e sustentável já recebeu prêmios internacionais ao longo dos últimos 4 anos, reconhecendo o empenho da Arena em agredir mínimamente o ambiente.

 

Arena Pantanal reconhecida internacionalmente por projeto

Arena Pantanal recebeu reconhecimento internacional por projeto sustentável

Lidando com o calor

Mato Grosso é um estado quente, e o calor excessivo é sempre um problema em esportes, tanto para os atletas quanto para o público presente.

Para climatizar a Arena, o projeto já nasceu com uma estrutura diferente das demais. Os cantos das arquibancadas da Arena Pantanal são idealizadas para permitir a passagem de ar e diminuir as ilhas de calor, além disso um sistema de resfriamento utiliza a passagem de água gelada por toda a estrutura da Arena e mais de 160 equipamentos como aparelhos de ar-condicionado, chillers, climatizadores e ventiladores que manterão a temperatura dentro da Arena agradável e estável. Para finalizar, uma membrana envolverá toda a Arena, permitindo a troca de ar entre interior e exterior do estádio.

Sustentabilidade no consumo

A Arena é capaz de coletar e armazenar a água da chuva para a irrigação do gramado e  abastecimento da lagoa na area externa da arena, prometendo uma redução de 30% no consumo da água. Já as placas solares da Arena, em conjunto com o sistema de resfriamento, deverão diminuir em 10% o uso da energia demandada pelo estádio.

Arena Pantanal , boa para todos

A Arena Pantanal chamou a atenção não só pela sua sustentabilidade, mas pela sua responsabilidade social. Desde 2010 foram empregados 5.210 operários na Arena Pantanal e para 355 deles ela representou uma nova chance na vida. Ao todo 235 refugiados haitianos, 73 prisioneiros em processo de reeducação e 47 trabalhadores que largaram a escravidão.

Todos passaram por processo de alfabetização e profissionalização oferecido por uma parceria entre a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso (SRTE-MT), o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

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